Direção Grêmio

Sem atuar desde 2013, Gabriel se aproxima do fim do contrato e deve virar funcionário do Grêmio

Titular do próprio técnico Renato Portaluppi em 2013, zagueiro viu a carreira acabar por uma lesão de ligamento no joelho
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O caso Gabriel segue sendo um dos grandes mistérios do Grêmio. Assunto praticamente proibido no clube, o zagueiro não atua desde 2013, quando rompeu pela primeira vez os ligamentos do joelho em um treinamento em Salvador, na Bahia. De lá para cá, estima-se que outras quatro cirurgias tenham sido feitas para correção da lesão, o que não aconteceu.

Como forma de amparar o atleta, o Grêmio o comprou do Lajeadense próximo do período da primeira lesão e fez um contrato de cinco anos, que se encerra agora em dezembro. De acordo com informações do portal UOL Esporte, o clube pretende contratá-lo em definitivo como funcionário vinculado ao futebol após esse prazo. As conversas já existem há alguns meses, mas sem a definição do cargo e do salário a ser recebido.

Recentemente, em coletiva de imprensa, o médico gremista Paulo Rabaldo praticamente descartou as chances do jogador voltar a atuar em caráter profissional.

“O Gabriel já vem há algum tempo com um pós-operatório complicado. O procedimento não foi realizado pelos médicos que estão no Grêmio agora, foram outros médicos. Ele teve uma infecção forte que resultou em um pós-operatório complicado e que levaram ele a uma dificuldade de retorno aos gramados. Até hoje se trabalha a possibilidade dele voltar a jogar. Porém, isso é uma questão de tempo. Não opinamos muito nisso porque foi uma lesão muito grave”, disse, na ocasião.

Nas pouquíssimas aparições públicas que tem tido, o zagueiro se mostra ainda fora de forma e sem perspectiva de retorno. Nas conquistas recentes do clube, como na Copa do Brasil de 2016, por exemplo, ele esteve nas comemorações ao lado dos colegas.

Lucas Uebel | Grêmio FBPA

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