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Pela primeira vez não sei o que falar. Aliás, não tem o que falar, os números falam por si só. Já são 9 clássicos invictos, fora os 13 como mandante. Eu nunca vi um minuto de silêncio tão longo.

A cada jogo a hegemonia fica mais clara. O Rio Grande do Sul é azul. Favoritismo não vence clássico, grito não vence clássico, esses jogadores que acham que futebol é UFC também não.

Mas eu não quero falar do rival. A gente precisa falar do Grêmio que fez um baile dentro de casa. A gente precisa falar do Grêmio que mais uma vez provou quem é o dono do Estado.

A gente já não sabe mais o que é perder para eles.  Geromel e Kannemann nunca souberam o que é perder um jogo desses. Diego Souza nem em 2007 perdeu para o rival. Orejuela e Lucas Silva chegaram esse ano e ainda não sabem o significado de perder um Gre-nal.

A nossa camisa é pesada, a nossa camisa tem história e a gente vê isso na vontade dos nossos jogadores dentro de campo, motivados à não perder para aquele clube que sempre grita a vitória, mas nunca vence.

2 a 0 foi pouco. Esse placar saiu barato. Não houve equilíbrio e não há clubismo no que eu vou dizer: o Grêmio foi melhor. O tricolor imortal é o melhor há muito tempo e não adianta tentarem criar crise para nos desestabilizar.

Esperneiem, chorem, inventem teorias que nem vocês entendem, falem em favoritismo, falem do gramado, desdenhem o nosso elenco. Enquanto vocês falam, o Grêmio responde dentro de campo.

O favoritismo não vence clássico.

 

Escrito por: Fabíola Thiele.

Lucas Uebel/GFBPA

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